sabores da amazônia

Provei o Guaraná Cruzeirense em Mâncio Lima, município do Acre

Molho de tucupi e guaraná Baré, Cruzeiro do Sul (Acre)

Vou sentir saudades de algumas delícias que experimentei na Amazônia.

A começar pelos refrigerantes de guaraná, que têm sabor mais forte que os daqui. O guaraná Baré Antártica é muito famoso na região, não sei bem porque motivo a Ambev não traz essa versão para o sul, tenho certeza que haveria mercado.

Na foto aqui postada, o guaraná Baré aparece ao lado de um frasco de uma gostosa pimenta de tucupi, um molho feito à base de mandioca fermentada. Aliás, a farinhadaqui é muuuito saborosas e é um dos produtos mais fabricados pelos produtores rurais (manualmente, na maior parte das vezes).

O molho de tucupi também fica muito bom junto com o peixe tambaqui (não cheguei a experimentar o famoso pato no tucupi dessa vez, vou ser obrigada a voltar para a Amazônia ;P). O peixe vem mergulhado no caldo, que é servido com folhas de jambu, uma verdura que faz adormecer a língua. Combinação perfeita para uma cervejinha.

Em Porto Velho, provamos o delicioso tambaqui no tucupi no Mirante III, restaurante da Dona Rosa.

Só não consegui me acostumar com o tacacá, que experimentamos no restaurante Mirante III, logo na primeira noite que chegamos em Porto Velho. Fomos para o lugar com o Batatinha, nosso motorista divertido e maluco – sua performance na direção em estradas de terra me obrigou a agarrar o assento algumas vezes durante a viagem pelo estado de Rondônia. Minha saída foi fechar os olhos e não pensar muito.

Almoço na Peixaria Rayana (Santarém, Pará)

Quanto ao tacacá, trata-se de um caldo com o molho de tucupi, folhas de jambu, goma e camarão – um conjunto muito forte para mim. Dei uma segunda chance para o prato no Pará, às vezes não cai bem de primeira por falta de costume, mas não funcionou.

Peixes, peixes, peixes. Na Amazônia não faltam opções de peixes para comer (dizem que os rios têm mais de 5 mil espécies de peixes – imagino que nem todos sejam conhecidos).

Peixe na brasa, peixe frito, caldeirada de peixe, peixe no tucupi, em outros molhos… Era uma festa, cada dia experimentávamos uma nova modalidade. No Pará, devorei os peixes que nos foram servidos na Peixaria Rayana, localizada na Rua da Salvação. Lugar simples que serve pratos de primeira.

Boas recordações eu tenho da galinha caipira que almoçamos em Cruzeiro do Sul, em um restaurante bem simples de bairro. Quem nos levou para o local foram o Neto e o Orlando, da Guascor, grandes parceiros no nosso primeiro ponto da viagem.

A segunda galinha caipira que almoçamos foi em Alter do Chão, mas ela chegou à nossa mesa juntamente com a água da chuva que se armou no nosso único dia de passeio e descanso. Estávamos embaixo de um quiosque no meio da praia aguardando nossa esperada refeição quando caiu aquele toró. Não tínhamos como correr para o restaurante do outro lado da rua, o jeito foi comer rápido para que o prato não ficasse frio. Molhado tudo bem, frio era demais. Ao menos nos rendeu muitas risadas.

~ por Maíra em junho 22, 2010.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s

 
%d blogueiros gostam disto: